sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Parte 2-Estranho Jeito de Amar -"Tudo Pra Você" - Sandy e Junior



Tudo Pra Você

Sandy e Junior

Composição: Sandy Leah
E todas as músicas de amor que eu já fiz
Eu fiz... Pra você
E todos os filmes de amor que eu já vi passar
Passaram... Pra você.

É, você tá em todos os momentos que eu vivo
E que eu desejo.
É, você impregnou na minha carne, nos meus sonhos
E agora não tem volta
Eu preciso te viver.

E todas as flores que eu já vi desabrochar
Desabrocharam... Pra você
E todos os beijos mais apaixonados que eu guardei
Estão guardados... Pra você.

É, você tá em todos os momentos que eu vivo
E que eu desejo.
É, você impregnou na minha carne, nos meus sonhos
E agora não tem volta
Eu preciso te viver.

Contam nossa história
De tristezas e glórias
O poema mais bonito
Que eu já li...

É, você tá em todos os momentos que eu vivo
E que eu desejo.
É, você impregnou na minha carne, nos meus sonhos
E agora não tem volta
Eu preciso te viver.

E todas as músicas, os filmes, e as flores e os beijos...
Pra você!

4 comentários:

  1. A letra é bela, e a melodia impregnada de melancolia parece atravessar o coração. Tem algo nela que me inquieta, deve ser o tom "auto-anulatório", porque quando se dá TUDO de si pra outro quer dizer que ficou NADA sobrando. E a unica [ou a primeira]pessoa que merece tudo de nós, somos nós mesmos.
    Ô Sandy, sinto [sinto nada]contrariar seu poema minha chapa mas é impossivel "viver alguem", morô?!

    Um beijo na Jeani!

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  2. Sabe, Vã. Eu acho que até pode ser impossível "viver alguém". Mas há momentos, quando a fissura é tanta, que a única vontade que se tem é viver o outro, respirar o outro, querer fazer parte do outro. Sabe como o Tim Maia cantava "repirar o mesmo ar que te rodeia" e "ter na pele o mesmo sol que te bronzeia"...acho que isso é querer viver. É querer ser parte. Quase como uma simbiose. Mas enfim...o que é impossível na mente dos apaixonados?

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  3. Sei lá...
    Há sempre uma escolha.
    A paixão é que nos impulsiona pra esse precipício de pular no outro e jogar sobre ele o peso do nosso corpo e da nossa vida.
    E no final, se o outro vai embora, é como se a gente fosse também.
    Aí viramos zumbis.
    Mas eu nada posso dizer, porque nunca vivi outra pessoa.
    Sempre amo de menos.
    Amar de menos também dói.
    É como se você chupasse um Tablito, curtisse e depois ficasse roendo o palito. E quando o palito perder a graça, a gente vai jogar fora.

    ***
    De qualquer forma, é sempre aprendizado, relacionar-se.

    O importante é que 1 + 1 seja um só, mas que nesse um só haja soma e não divisão.

    Né não?

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  4. É verdade Jeani, existem sim porrada de momentos fissurentos que a vontade é fazer isso tudo que voce falou mas como eu disse no comentario anterior, temos de primeiro se auto-viver, porque em ultima instancia, é a gente com a gente mesmo no paredão, saca? Voce deve ser seu proprio tablito. [Isso ficou esquizito mas é bem por aí]. Porque quando voce nem quizer saber de voce mesma, é só não olhar no espelho. No outro dia, voce vai dizer: "porra, eu é comigo e cabô, véi!"

    Hey, e o Tim tambem cantou assim: "eu só quero chocolate"

    Tem hora que só o são choco pra acudir né?!

    Beijo!



    ps: tira essa verificação de palavras, coisa chata viu!

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